domingo, 27 de junho de 2021

Na Paraíba, Ministro da Saúde Marcelo Queiroga se encontra com governador João Azevedo no Palacio da Redenção

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o segundo dia de agenda pública no estado, no sábado (26), em conversa com o governador João Azevêdo (Cidadania), o Ministro Marcelo Queiroga, paraibano que 
 assumiu formalmente o comando da pasta no dia 23 de março, após  uma coletiva com a imprensa, teve um encontro  com o governador João Azevêdo e seus auxiliares, no Palácio da Redenção. Na pauta oficial, estavam o pleito da Paraíba em se oferecer para dois projetos-pilotos em parceria com o governo federal e outras entidades.

Projeto Trauma Brasil 2021 a 2030
O mais concreto deles é o projeto de restruturação da rede de traumatologia da Paraíba. O objetivo é atingiu uma meta estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para que, de 2021 a 2030, haja diminuição de 50% do número de mortes em decorrência da doença Trauma, como acidentes no trânsito e ocorrências interpessoais.  Idealizado a partir de experiências já implementadas em outros países, a exemplo de Israel, Austrália, Estados Unidos e Canadá, onde foi constatada a redução de cerca de 80% das mortes evitáveis por traumas. A proposta é de que a Paraíba seja protagonista na implantação do novo modelo, com o desenvolvimento de um sistema organizado de atendimento ao trauma a partir de um esforço coordenado e integrado com o sistema de saúde público local para prover todos os cuidados necessários voltados para os pacientes traumatizados.

Vacinação em massa
O chefe do Executivo estadual ressaltou a importância da união de esforços para viabilizar o desenvolvimento dos projetos na área da saúde no estado. “Nós queremos fazer uma pesquisa para que esse resultado seja utilizado pela comunidade científica em relação à vacinação no município de Sousa, que apresentou uma alta taxa de transmissibilidade, bem como prestar a assistência ao trauma de maneira eficiente, fazendo com que esse estudo seja adequado para cada estado de acordo com a realidade de cada um”, frisou.

O ministro Marcelo Queiroga disse que a decisão não depende de sua vontade, mas passa por análise técnicas de instâncias regulatórias de pesquisas e também que haja interesse da farmacêutica em alocar doses, porque elas não são retiradas do Plano Nacional de Imunização. “Desde que essas condições sejam atendidas, que tenha doses disponíveis e o interesse de alguma farmacêutica o ministério apoiará”, enfatizou o ministro.

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