sábado, 20 de março de 2021

Piancó e o medo da população diante da pandemia do novo coronavírus

(Imagem ilustrativa/reprodução)
C
om praticamente toda a população em casa, pequenos comércios fechados, desemprego, autônomos ociosos (não por opção, mas por recomendação) e sem ajuda dos poderes constituídos, a esperança é a chegada da vacina contra a Covid-19. Quase toda cidade já está em estado de vulnerabilidade social. Falta políticas públicas para auxiliar as pessoas com ajudas básicas, a exemplos de cestas báscias, material de limpeza (água sanitária e sabão), máscaras, álcool (líquido em em gel) e o mais importante: ajuda psicológica. A cidade está vivendo dias de terror com o noticiário da imprensa nacional. Se a intenção é causar pânico para que muitos não saiam às ruas, o efeito está sendo catastrófico. O Município decreta 'toque de recolher' enquanto alguns desavisados insistem em infringir as recomendações sanitárias. O que importa, neste momento, é a vida! Todos serão afetados pelo novo coronavírus, seja com casos na família ou até mesmo em sí próprio. O vírus está circulando... O uso de máscara ainda é a melhor opção.

Boletim epidemiológico, Atualizado em 19/mar, às 18h.
As pequenas cidades tem recebido recursos do governo federal para combater o Covid-19. Mesmo com todas as dificuldades, o Ministério da Saúde tem encaminhado a estados e municípios, vacinas. Ainda falta muito a ser feito. E a população deve colaborar, respeitando as recomendações sanitárias, e não fazendo questionamentos. O Sars-cov-2 ainda é desconhecido e não se tem uma base sólida sobre como age esse vírus. A cada dia surge uma nova variante do vírus. "A COVID-19 afeta diferentes pessoas de diferentes maneiras. A maioria das pessoas infectadas apresentam sintomas leves a moderados da doença e não precisarão ser hospitalizadas".

As incertezas sobre o futuro, vem causando medo na população.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • dores e desconfortos
  • dor de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
O Ministério da Saúde concluiu, na última sexta-feira (19), as tratativas para compra de mais 138 milhões de doses de vacinas Covid-19. Foram contratadas 100 milhões de doses do imunizante da Pfizer e outros 38 milhões da vacina da Janssen para ampliar ainda mais a vacinação dos brasileiros, em andamento no país desde 18 de janeiro.

A negociação com a Pfizer prevê 100 milhões de doses, das quais 13,5 milhões entregues entre abril e junho e outros 86,5 milhões de julho a setembro. O contrato com a Janssen prevê 38 milhões de doses, que deverão ser enviadas à pasta entre agosto e novembro deste ano.

(Clique na imagem para ampliar)
O Brasil já tem garantidos mais de 562 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 até o fim de 2021
Além de Pfizer e Janssen, a pasta também já fechou acordos com AstraZeneca/Oxford (Fiocruz) e Instituto Butantan - os dois responsáveis pela produção nacional de vacinas até o momento -, consórcio Covax Facility, Precisa/Bharat Biotech (vacina Covaxin) e União Química/Gamaleya (vacina Sputnik V).

Informar a população sobre os riscos à saúde apresentados pela COVID-19 é tão importante quanto outras medidas de proteção. Informações precisas e confiáveis permitem que pessoas tomem decisões conscientes e adotem comportamentos positivos para proteger a si e seus entes queridos de doenças como a causada pelo novo coronavírus. Informações baseadas em evidências são a melhor vacina contra os boatos e a desinformação. (OPAS)


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