sábado, 26 de setembro de 2020

Adesões com registros nas redes sociais dão o tom da Campanha Eleitoral em Piancó; confira

Desde o início do ano eleitoral, a cidade de Piancó, a exemplo das demais por todo o País, vem tratando das eleições e embora preocupados com a questão do novo coronavírus, o foco principal vem sendo colocado nas redes sociais, que são as composições (e adesões) partidárias. A campanha eleitoral terá início, oficialmente, a partir do domingo, 27 de setembro: Início da Propaganda Eleitoral, inclusive na internet.

Voltando pra Piancó, o que se observa é a preocupação dos candidatos (ou pré-candidatos), com relação a composições e adesões para o pleito de 15 de novembro de 2020. 

Não é difícil se observar nas redes sociais os encontros de candidatos com eleitores e o registro fotográfico mostra essa realidade, por ser logo em seguida, feito um post nas redes sociais. 

Mas isso é normal e é saudável. Enquanto a campanha se configura dessa forma (o novo normal da política), muitos têm aplaudido essa atitude. Uma maneira simples de se fazer a campanha, porém complexa até chegar aos finalmente. As equipes de articulação dos candidatos correm em busca de parcerias para fortalecer o projeto político de determinados grupos.

Nas eleições passadas, tanto municipal quanto estadual, 2016 e 2018, as composições e adesões mas pareciam uma guerra civil. Em alguns momentos, pessoas eram levadas até a delegacia de polícia, pelos palavrões trocados uns com os outros. Hoje, apesar de a violência está tomando conta de muitas cidades do Sertão, a campanha eleitoral dá sinais de que será mais barata e sem violência. É claro que as exceções sempre acontecerão.

No caso específico de Piancó, oficialmente, para a disputa majoritária, existem quatro nomes aptos a concorrer à prefeitura: Marinês Paula (PSL), Antonio Neto (PTB), Christianne Remígio (CIDADANIA) e Daniel Galdino (PP). Dentre esses nomes, o eleitor vê uma disputa desigual, já que as redes sociais mostram com os registros fotográficos, quem vem se destacando com suas composições. 

Além das formas convencionais de se fazer propaganda eleitoral, em rádio ou televisão, neste ano, os partidos e candidatos interessados em obter apoio de eleitores poderão também atuar no meio virtual. A novidade se refere ao uso estratégico - e pago - de ferramentas que permitem impulsionar publicações nas redes sociais.

Pela lei, é proibida a propaganda eleitoral, mesmo que gratuita, em sites de pessoas jurídicas, oficiais ou hospedados por órgãos da administração pública. O descumprimento dessa e de outras regras pode ocasionar cobrança de multa no valor de R$5 mil a R$30 mil e/ou processo criminal e civil, conforme o caso.

O uso estratégico – e pago – de ferramentas em busca de maior visibilidade também é uma forma de impulsionamento permitida pela legislação. A informação também consta do material preparado pelo TSE.

O conteúdo foi distribuído pela plataforma SlideShare e pode ser baixado em formato de apresentação. Também é possível acessar uma versão em PDF interativo, que permite clicar nos botões com o tema escolhido para ser direcionado ao resumo de cada assunto.

Útil para candidatos a cargos eletivos e profissionais de comunicação digital, o material é importante também para os eleitores, que poderão conhecer as regras para saber se seus candidatos estão promovendo suas campanhas dentro do que estabelece a lei.

Acesse nesses links o conteúdo da cartilha em vídeo e em PDF.

oblogdepianco.com.br