O trabalho nas fazendas de café e cana-de-açúcar no Brasil era feito pela mão de obra indígena e, especialmente, escrava. A lei do ventre livre é promulgada em 1871. A abolição da escravatura no ano de 1888. São o auge de um movimento abolicionista em curso. Estas leis não são meras liberalidades do Império brasileiro. Vários fatores contribuem para colocar fim à escravidão. Lembro tão somente dois deles: o Império brasileiro é pressionado pela Inglaterra para que o tráfico internacional de escravos e escravas tivesse fim; as ondas abolicionistas por toda a América Latina assustam a oligarquia brasileira, que teme contínuas revoltas e a perda do poder político e econômico.
A imigração ao Brasil de muitos povos e etnias, no início do século XIX, está neste contexto. Muda o povo trabalhador (índio, negro, imigrante, assalariado, pequeno comerciante), mas não a exploração do ser humano pelo ser humano. Com ela não é possível se conformar.
A busca por melhores condições de vida, dignidade para a família e um lugar para viver a fé é motivador para as famílias migrantes. Não se conformar com a situação da forma como se apresenta e lutar para que melhores condições de vida sejam concretizadas é característica humana.
Ao celebrar os 200 anos da independência do Brasil pelo grito de Dom Pedro às margens do riacho Ipiranga, de nação independente, com liberdade, justiça e vida digna para todas as pessoas.
Seja esta uma relação a melhorar a nação e a vida de nosso povo.
*Pastor Sinodal Marcos Jair Ebeling
Texto resumido
200 anos de Independência do Brasil
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