quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Cagepa fecha acordo milionário com sindicato de funcionários

Um acordo firmado no Tribunal Regional do Trabalho (13ª Região) entre o SindiÁgua e a Cagepa é superior a R$ 72 milhões, além da obrigatoriedade de implantação nos contracheques da empresa, a partir de fevereiro de 2021, do ticket alimentação/auxílio alimentação (objeto central da ação).

A quitação do valor acima referido será feita em 72 meses, sendo que a cada 24 meses haverá a correção do valor, caso a inflação nesse intervalo de tempo tenha sido superior a 10%.

As famílias de ex-funcionários da Cagepa já falecidos receberão a indenização de uma vez no começo do próximo ano.

Os valores a serem rateados serão proporcionais à remuneração individual de cada funcionário.

O acordo prevê que a Cagepa “não renunciará” a uma ação rescisória em tramitação, mas em caso de a mesma ser julgada precedente, haverá tão somente a suspensão da amortização do acordo, sem devolução dos valores que já tenham sido pagos.

José Mário Porto Júnior e José Mário Porto Neto são os advogados do SindiÁgua.

Nem precisa dizer quem, em última análise, vai pagar essa conta.

Numa de suas audiências natalinas, neste começo desta semana, o papa Francisco citou uma frase do inesquecível arcebispo de Olinda e Recife, Dom Hélder Câmara: “Quando dou comida aos pobres, me chama de santo. Quando pergunto por que eles são pobres, chamam-se de comunista”.

*Com informações da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza

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