domingo, 22 de novembro de 2020

Cícero Lucena e Nilvan Ferreira se atacam e fazem promessas em debate na TV Correio; Formato usado foi inédito nas emissoras do Nordeste

Foto: Divulgação/TV Correio
A TV Correio promoveu, no sábado (21), mais um debate decisivo entre os candidatos a prefeito de João Pessoa. Foi um confronto inovador e dinâmico, com formato inédito na TV paraibana e na região Nordeste. Os dois candidatos que disputam o 2º turno das Eleições 2020 – Cícero Lucena (PP) e Nilvan Ferreira (MDB) – estiveram frente a frente, a partir das 20h40, ao vivo, com transmissão também nas multiplataformas digitais da emissora.

A mediação foi do jornalista Hermes de Luna e os internautas e telespectadores interagiram de forma ainda mais direta pela hashtag #DebateNaTVCorreio.

No primeiro bloco, após a apresentação individual de cada candidato, houve uma rodada de confronto direto. Por sorteio ao vivo, foi definida a ordem de início do debate, com pergunta, resposta, réplica e tréplica. O candidato que começou teve 30 segundos para pergunta. Quem respondeu teve 1 minuto e 30 segundos. O mesmo tempo para réplica e a rodada se encerrou com 30 segundos para a tréplica de quem começou perguntando.

Por ordem definida em sorteio, Nilvan Ferreira começou o debate fazendo a apresentação e as perguntas. Cícero Lucena deu seguimento à etapa inicial do evento. O primeiro bloco foi marcado por ataques e acusações e os candidatos aproveitaram pouco do tempo que tiveram para apresentar propostas aos eleitores.

No segundo e terceiro blocos houve um confronto inovador e inédito na televisão paraibana. Cada candidato teve um “banco de minutos” à disposição. O candidato administrou o seu tempo. Foram 10 minutos corridos para cada um dos candidatos, com o cronômetro em contagem regressiva. O mediador fez uma intervenção, com um questionamento comum aos dois participantes. Foi feito um sorteio prévio para definir quem iniciou o bloco. Dentro do seu “banco de minutos” o candidato pôde responder com o tempo que achou necessário, mas teve tem que administrar os minutos, para que não ficasse sem eles no fim do bloco.

Os candidatos puderam dar mais tempo para um assunto ou outro, o que evidenciou suas preferências. A novidade deu dinâmica ao confronto, porque os candidatos não ficaram presos aos minutos estipulados na regra com pergunta, resposta, réplica e tréplica.

No sorteio ao vivo, quem abriu a rodada de falas do segundo bloco foi Cícero Lucena. Ele e Nilvan Ferreira administraram 10 minutos para falar sobre o que pretendem para estimular a competitividade e o ambiente de negócios em João Pessoa, conforme questionado por Hermes de Luna. No terceiro bloco, Nilvan Ferreira deu início às falas. Os candidatos usaram o tempo para falar sobre a forma de cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), se deveria ser mudada ou não.

No quarto e último bloco do debate, os candidatos responderam a cinco perguntas comuns de telespectadores da TV Correio. Para resposta, cada candidato teve um minuto. O outro teve um minuto para o comentário; e quem começou a rodada respondendo teve um minuto para réplica. Em seguida, veio a tréplica do outro candidato, também com um minuto. Após sorteio ao vivo, Nilvan Ferreira começou e Cicero Lucena deu seguimento. O debate foi encerrado com as considerações finais de cada um dos candidatos, com um minuto para cada.

Assim como no debate do 1º turno das Eleições, os candidatos tiveram livre acesso ao celular. A ideia também é inovadora, garantindo que eles se comuniquem em tempo real com suas assessorias, já que há restrições por conta dos protocolos sanitários. Ao mesmo tempo, a produção do debate estimulou o uso das redes sociais pelos candidatos, que certamente estavam acompanhados por apoiadores.

A TV Correio aposta neste formato inédito na televisão paraibana e da região Nordeste. No primeiro turno, realizou debate com 10 dos 14 candidatos. A direção da emissora considerou que foi um desafio vencido com muita criatividade e com o respeito exigido por todos os protocolos sanitários, por conta da pandemia do novo coronavírus.

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