quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Ex vereador Guilherme Montenegro pode disputar uma vaga na Câmara de Piancó; confira

Em um post na sua rede social, o ex-vereador por quatro mandatos, Guilherme Montenegro (Progressistas) colocou o seguinte: "A FAMÍLIA MONTENEGRO VAI TER PRÉ-CANDIDATO A VEREADOR EM PIANCÓ". Guilherme está aliado ao bloco situacionista ao lado do prefeito Daniel Galdino, e com essa declaração o cenário para o legislativo muda, pelo espaço que a Família Montenegro tem na política local. Além de Guilherme, a Família Montenegro tem outro nome que já assumiu uma cadeira na Casa de Padre Manuel, que  hoje é suplente, José Bráulio Júnior [Dr. Rato]. Tanto Guilherme quanto Rato, já assumiram a presidência da Câmara Municipal.

O eleitor piancoense diz que quanto mais nomes disputando, melhor será para a opção de escolha, "pois nós queremos fazer boas escolhas pra prefeito e para a Cãmara", disse um cidadão.

Pela primeira vez, vereadores não poderão concorrer por coligações nestas eleições de 2020. Candidatos ao cargo somente poderão participar em chapa única dentro do partido. Alteração na legislação foi instituída pela reforma eleitoral de 2017.

O fim das coligações na eleição proporcional foi aprovado pelo Congresso Nacional por meio da reforma eleitoral de 2017. Com isso, o candidato a uma cadeira na câmara municipal somente poderá participar do pleito em chapa única dentro do partido ao qual é filiado.

Na eleição proporcional, é o partido que recebe as vagas, e não o candidato. No caso, o eleitor escolhe um dos concorrentes apresentado por um partido. Estarão eleitos os que tenham obtido votos em número igual ou superior a 10% do Quociente Eleitoral (QE), tantos quantos o respectivo Quociente Partidário (QP) indicar, na ordem da votação nominal que cada um tenha recebido 

O QE é determinado pela divisão da quantidade de votos válidos apurados pelo número de vagas a preencher, desprezando-se a fração, se igual ou inferior a 0,5, ou arredondando-se para 1, se superior. A partir daí, analisa-se o QP, que é o resultado do número de votos válidos obtidos pelo partido dividido pelo QE. O saldo da conta corresponde ao número de cadeiras a serem ocupadas.

As vagas não preenchidas com a aplicação do QP e a exigência de votação nominal mínima serão distribuídas entre todos os partidos que participam do pleito, independentemente de terem ou não atingido o QE, mediante observância do cálculo de médias.

A média de cada legenda é determinada pela quantidade de votos válidos a ela atribuída dividida pelo respectivo QP acrescido de 1. À agremiação que apresentar a maior média cabe uma das vagas a preencher, desde que tenha candidato que atenda à exigência de votação nominal mínima. Por fim, depois de repetida a operação, quando não houver mais partidos com candidatos que atendam à exigência de votação nominal mínima, as cadeiras deverão ser distribuídas às legendas que apresentem as maiores médias.


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