terça-feira, 10 de setembro de 2019

Em primeira-mão: a carta de João à Igreja do PSB

A Carta enviada pelo grupo do governador João Azevedo, com a assinatura deles inclusive dele, tem três laudas e contou com 25 signatários. Nela, a ala historiou a crise no partido em 16 pontos. Enviada, via e-mail, horas antes da reunião da direção nacional que tentou estabelecer um acordo com o setor mais radical da legenda, liderado pelo ex-governador Ricardo Coutinho, a conclusão da missiva a que o Blog teve acesso exclusivo já dá o tom de qual será a resposta de João à consolidação da intervenção: Não tem acordo fora da manutenção do diretório estadual eleito até 2020. O texto sentencia que não há interesse em participar da comissão provisória. Mesmo assim, a ala Ricardo deu a jogada e colocou João como vice nela. À revelia.

CONCLUSÃO

Diante do exposto, nós não entendemos os motivos e não aceitamos a dissolução do Diretório Estadual, principalmente da forma que foi feita, recolhendo assinaturas na calada da noite e sob argumento de que seria para reestruturar o partido no Estado. Argumento este que objetivou, inclusive, a assinatura de vários diretorianos, que depois se sentiram enganados e pediram para retirar suas assinaturas.

Uma vez eleito, o Diretório precisa completar seu mandato normalmente. Entendemos como medida anti-democrática destituir um Diretório legitimamente eleito e substituí-lo por uma Comissão Provisória, mesmo esta sendo paritária e sob a tese da busca da unidade, já que esta mesma unidade sempre tivemos no partido durante toda a nossa trajetória. Portanto, não há interesse na participação em Comissão Provisória.

DEMOCRACIA, SEMPRE!

RETROCESSO, JAMAIS!


Blog Heron Cid