quinta-feira, 16 de novembro de 2017

As ruas de Piancó tem décadas; o recapeamento deve ser feito em cimento com areia e não só com areia

As ruas de Piancó, passando pelas gestões de Elzir Matos, Gil Galdino, Flávia Galdino e Sales Lima sempre foram conservadas através de recapeamento em cimento e areia. Esses administradores foram os que mais pavimentaram as ruas da cidade nas gestões em que eles conduziram a administração municipal. Em todos os casos as pavimentações sofreram com os péssimos serviços que são realizados. Usam-se mais areia que cimento quando do assentamento e acabamentos dos paralelepípedos e isso faz com que novas revitalizações sejam realizadas, pois as pedras se soltam com facilidade com o tráfego de veículos. 

Não é novidade se vê verdadeiras crateras pelas ruas onde tem a pavimentação em paralelepípedos. Para que esse calçamento tenha uma vida útil, sem causar transtornos a população e aos gestores, está na hora de mandar, a quem de direito, usar as proporções adequadas quando da mistura do cimento com a areia, para que esses constantes "tapa-buracos" não causem uma impressão equivocada sobre a gestão de plantão. Quem fiscaliza esses serviços deve está atento a qualidade do material, desde o início da obra (quando das pavimentações em paralelepípedos) até a conservação. Não é possível se admitir que alguém responsável deixe que se use mais areia que cimento quando do preparo da massa para afixar as pedras nos seus lugares devidos. O que se observa é que os serviços são feitos - em todas as gestões -, durante uma determinada semana, e nos dias subsequentes já se vêem as pedras se soltando e rolando pelas ruas, logo após a passagem dos veículos. E um ponto observado pelo cidadão, diz respeito a sinalização com cavaletes apropriados quando dos serviços, para evitar acidentes. Não se pode improvisar pedaços de madeiras para sinalizar que ali está sendo realizado uma obra de "tapa-buracos".

Redutor de Velocidade (Lombada, Quebra-molas, etc)
O famosos "quebra-molas", que vem sempre sendo ponto de destaque na Câmara Municipal, não pela feitura da obra de forma irregular, sem observar as orientações do CONTRAN, mas pelos constantes apelos dos parlamentares, para que se construa em ruas redutores de velocidade. Talvez a não construção desses redutores evitem acidentes, ao invés deles construídos. Tem ruas que não há sinalização de que ali existe uma "parede de concreto", nem há pintura adequada para que se visualize o famoso "quebra-molas", que quebra mesmo qualquer veículos, além de causar transtornos aos motoristas e motociclistas. Tem que se fazer a coisa de forma adequada, dentro dos padrões e normas das leis de trânsito com diâmetro e alturas adequados, sem esquecer das sinalizações informando sobre o mesmo naquele local.

Imagens meramente ilustrativas