quinta-feira, 13 de abril de 2017

Viabilidade da exportação do agronegócio depende de ajustes na logística, defende Mário Borba

Presidente Michel Temer, e presidente da Faepa, Mário Borba
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa) defende que a viabilidade da exportação do agronegócio brasileiro depende de investimentos na logística e infraestrutura do país, assim como a resolução dos gargalos existentes.

A afirmação foi feita durante jantar com o presidente Michel Temer, realizado ontem (28) na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, instituição da qual Borba é vice-presidente diretor e responsável pela Comissão de Logística e Infraestrutura.


“A soja cresce mais 1% ao ano, o milho mais de 2% e a previsão é de que em 2030 a produção nacional tenha um aumento de 40% a 42%. O escoamento disso depende da resolução dos problemas em hidrovias, ferrovias e rodovias do país”, afirmou Borba.

Mário Borba ainda destacou a importância do agronegócio para economia brasileira, que é responsável, segundo ele, por 48% das exportações, 23% do PIB e 40% do emprego.
Mário Borba e Ministro dos Transporte, Maurício Quintella

Além do presidente Michel Temer, também participaram do jantar os ministros da Agricultura, Blairo Maggi e dos Transportes, Maurício Quintella Lessa, e também deputados, senadores e presidentes de outras federações da agricultura e pecuária do país.

O superintende técnico da CNA, Bruno Lucchi, explicou que a principal matriz logística nacional, que é o transporte rodoviário, onera demais o produtor e que é preciso buscar opções e promover integração.

“A nossa maior intenção foi apresentar a possibilidade de integração de rodovias, hidrovias e ferrovias. O Brasil tem 40 mil quilômetros de rios navegáveis e só utiliza 13 mil. Nosso principal concorrente, que são os Estados Unidos, trabalha com 41 mil”, explicou o superintendente.

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Assessoria